E hoje foi mais um dia de Tertúlia fotográfica, de um dia frio cheio de Sol e muito bem passado em excelente companhia.
Hoje o encontro ficou marcado para a Boca do Inferno em Cascais e aí iniciámos o percurso desfrutando de um Sol radioso que ajudou a aquecer o dia.
Caminhando junto ao mar, conversando e tirando fotos chegámos ao Farol de Santa Marta.
Depois passámos pelo Ex-libris de Cascais, o Museu Conde Castro Guimarães.
Apesar de estar quase na hora do almoço ainda conseguimos fazer uma rápida visita.
Depois do almoço, de bom peixe, retomámos o passeio por entre as ruas de Cascais até á baía passando por algumas das praias e ruas mais movimentadas, visitando alguns dos bonitos recantos desta vila.
O Sol estava prestes a ir dormir e o frio veio relembrar que eram horas de regressar.
Ainda tivemos tempo de fotografar um artista que nos apareceu pela frente e, qual estrela de cinema, fez algumas poses para nós: Fernão Capelo Gaivota, o próprio!
Ficamos á espera da próxima tertúlia que será noturna…
Categoria: Portugal
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Passeio por Cascais
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Fim do Ano 2002, Bem Vindo 2003!
Estava a percorrer as minhas fotos em busca de fogo-de-artifício e caí no fim do ano 2002.
Nada melhor, para terminar este ano de 2015, do que recordar o primeiro fim do ano, acompanhada de uma máquina digital.
Recuar 13 anos trouxe-me á imagem o quanto o Mundo mudou…
Algumas mudanças são visíveis, outras nem tanto…
Passei o final do ano 2002 entre a “minha” Ilha do Porto Santo e a Madeira.
Em Porto Santo parecia verão excepto na quantidade de turistas existentes. O tempo estava magnifico e permitiu-nos fazer alguns passeios pelo Pico Castelo, Moledo, Pico Ruivo para além de poder disfrutar da praia e do mar.
Ainda não havia golf, ténis, Pestanas. Havia muito verde e pouco cimento.
Também ainda não se pensava nas “Docas” mas já o “Lobo Marinho” circulava entre as Ilhas.
Penso que foi em 2002 que este barco começou a fazer serviço entre ilhas. Se não foi, foi de certeza a nossa estreia dia 29 de Dezembro de 2002 na viagem até ao Funchal, onde festejámos o novo ano 2003.
Alugámos um carro com fazemos sempre e desta vez entregaram-nos um cabriolet. Que maravilha!
No Funchal era verão também e nada melhor do que aproveitar o bom tempo, passeando num descapotável! Só que esquecemo-nos de ler o livro de instruções e assim que saímos do Funchal e começámos a subir a serra para os lados da Eira do Serrado, a chuva miudinha e o frio começaram a invadir o “interior” do carro e a capota não subia…
Mesmo assim foi um passeio agradável. Ainda não havia o túnel para o Curral das Freiras e só “visitávamos” esta povoação mirando-a cá do alto da Eira do Serrado.
O Ano 2002 terminou na companhia de amigos assistindo ao célebre fogo-de-artifício de uma das varandas do Hotel do Casino, hoje Pestana Casino Park.
Assistindo só não! Também fazendo experiências com a minha HP nas que foram as primeiras fotos nocturnas mais ou menos bem sucedidas.
Bom Ano 2003! Ou melhor…
EXCELENTE ANO 2016!
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Lisboa à noite no Natal
Sábado foi dia de fotografia nocturna.
Lisboa nesta época do ano enche-se de luz e cor e gente.
Fica bonita Lisboa vestida de Natal!
No Arco da Rua Augusta há projecções de luz para crianças e crescidos se encantarem. Mesmo com chuva, ninguém arreda pé!
Por todas as ruas há as iluminações de Natal e edifícios, lojas, restaurantes, que brilham de várias cores.
No Rossio a Árvore de Natal lá está com estrelas e luzes e gente que mal deixam aproximar, crianças que correm para ver o Pai Natal e tirar uma fotografia com ele garantindo que se portaram muito bem durante o ano.
Mais em baixo, na Praça do Município, um mercado de Natal faz a alegria das crianças que correm a deixar uma cartinha no marco do correio do Pai Natal e fazem bicha para entrar na casa do Natal.
E toda a praça está iluminada com pequenas luzes brancas, fazendo de conta que estamos rodeados de neve como no Pólo Norte.
Por entre as janelas abertas da Câmara vislumbra-se um bocadinho dos tectos trabalhados e ficamos com vontade de ir lá espreitar, mas não podemos!
Foi bom passear por Lisboa á noite, ver a outra margem brilhando, engalanada pela Ponte 25 de Abril e o Cristo Rei abraçando Lisboa.
Esta Galeria é o resultado do deambular por Lisboa. Desfrutem.
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Ilhas dos Açores – Corvo
E é pela pequena Ilha do Corvo que inicio o passeio fotográfico pelo nosso Arquipélago dos Açores.
O Corvo é a menor ilha dos Açores com cerca de 6,2 Km de comprimento por cerca de 4,o Km de largura máximos.
A sua superfície ovalada e alongada segundo uma direcção norte-sul ocupa uma área de cerca de 17,0 km2 e, junto com a Ilha das Flores constitui o Grupo Ocidental do Arquipelago.
Habitada por cerca de 430 pessoas tem como pontos principais, a não perder, para além da Vila do Corvo, o Caldeirão, cratera de um vulcão extinto, com as suas lagoas e turfeiras onde se vêm pastar algumas rezes de gado bovino aproveitando a paz que estas paisagens proporcionam.
Na Vila, a bonita Igreja de Nossa Sra dos Milagres e o grupo de moinhos junto ao aeroporto são dois dos ponto também a visitar junto com o Centro de Interpretação do Corvo.
Tem uma pequena zona balnear com uma praia de areia fina rodeada por rochas vulcânicas negras e recortadas.
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Passeio pela Ajuda
Ontem foi um dia especial!
Foi o primeiro dia de passeio fotográfico da Tertulia dos amadores de fotografia da APE a que orgulhosamente pertenço.
Fomos passear pelo bairro da Ajuda e descemos depois até Belém para ver e fotografar o pôr do sol.
O dia esteve maravilhoso cheio de luz e sem nuvens, bom para fotografar dentro da cidade e brincar com as sombras dentro das ruelas e vielas.
Ao percorrer todas as fotografias que ontem fizemos e publicámos senti mais uma vez o que é para mim a fotografia e, na realidade, não é mais do que uma partilha de sentimentos, de sensações, de visões do mundo á nossa volta.
A forma diferente como cada um vê o que nos rodeia, o momento especial que a cada clic está ligado e a partilha de tudo isto, são para mim o melhor da fotografia.
Quando tudo isto pode ser vivido em conjunto, por quem tem a mesma paixão pela fotografia, transforma-se então em algo muito especial.
Foi o que aconteceu ontem.
Cada um por si e todos em conjunto fizemos um dia único, e não há duas visões iguais dos mesmos locais, há pormenores, detalhes diferentes, paisagens, retratos no entanto todos passámos pelos mesmos locais e olhamos para os mesmos sitios mas… cada um viu o que quis ver.
A técnica… é um pedacinho de tudo isto porque se cada um não olhar primeiro, não observar primeiro não quiser ver por trás da câmera o detalhe sem importância a técnica não serve de nada.
E a camera pode ser a melhor do Mundo mas se não sentirmos o que fotografamos não vale de nada nem para nada.Obrigada pelo dia de ontem aqui fica um bocadinho deste passeio.

